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Landtech facilita captação de recursos para empreendedores regionais

A tecnologia já mostrou ter um poder transformador sobre mercados. Bancos, transporte de passageiros e serviços de delivery de alimentos são exemplos notórios de segmentos que assumiram novos formatos, nos últimos anos, a partir de soluções digitais inteligentes. O conceito de landtech, criado pela holding Trinus Co. e suas parceiras de negócio, nasceu exatamente com esse objetivo. 

A missão da empresa é levar o tradicional mercado habitacional para a realidade do século 21, estimulando projetos de construção que atualmente têm diversos obstáculos de execução e estão localizados em regiões ainda pouco exploradas do Brasil, com grande potencial para investimentos rentáveis. 

No pilar de funding, a TG Core, fintech de Gestão de Recursos Mobiliários, com foco no Mercado Imobiliário, facilita o acesso aos recursos de financiamento das obras; a Serv+, proptech, gerencia a parte de governança; e a TBS Law, lawtech, fica responsável pela parte jurídica, fechando o tripé fundamental de expertise.

A Primeira Landtech da História

“Nosso modelo de negócio cria uma solução definitiva que traz benefícios para os empreendedores e investidores do mercado imobiliário, combinando três pilares fundamentais dos projetos de desenvolvimento: as áreas de legislação, governança e funding, dentro de uma base 100% digital. Se me perguntar em cinco anos, acredito que a tendência é que o termo landtech já esteja bem difundido e que, inclusive, existirão outras empresas com propósitos similares atuando, uma vez que o mercado é muito grande”, explica o consultor de branding da empresa, Igor Quintela.

Inovar, desburocratizar e democratizar são alguns dos propósitos de transformação do mercado imobiliário, que foram somadas à iniciativa disruptiva de interface 100% digital, por meio de aplicativo. Assim surgiu o conceito de “Landtech”, no qual a Trinus Co. é pioneira mundial, reunindo empresas especialistas nas diferentes facetas necessárias em um projeto de desenvolvimento imobiliário. 

Para os próximos cinco anos, o plano da landtech é ambicioso: fazer a gestão de mais de mil empreendimentos, perfazendo um VGV (Valor Geral de Venda) estimado em R$ 60 bilhões.

Lista de ativos reúne imóveis residenciais, comerciais e loteamentos  

Segundo a Trinus, o foco no empreendedor regional foi definido pois há grande potencial a ser explorado fora do “mercado convencional”, isto é, as capitais e outras grandes cidades do país. Dados apurados pela empresa apontam que 11 das principais incorporadoras do Brasil atualmente movimentam R$ 280 bilhões por ano em projetos imobiliários residenciais e comerciais, concentrados em 112 municípios brasileiros – incluindo as metrópoles, como São Paulo e Rio de Janeiro. “Não há mais espaço para construir em muitos dos grandes centros urbanos, impedindo empreendedores de crescer. Então, o que se percebe é um êxodo de investimento para o interior do país, onde o déficit habitacional é maior”, afirma o consultor de branding. 

O plano da Trinus é firmar parcerias em empreendimentos localizados, principalmente, nas seguintes áreas: região conhecida como MATOPIBA, que concentra a produção de grãos e fibras nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia; o Cinturão da Soja (nos estados do Pará, Amapá, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), estado de Goiás, além da região do Triângulo Mineiro e interior paulista. O principal foco da holding está no mercado habitacional, principalmente loteamentos e condomínios fechados, mas também estão no radar da empresa projetos de desenvolvimento de imóveis comerciais, como lajes corporativas, shopping centers e hotéis.

Quais necessidades dos empreendedores a landtech pretende resolver? 

Um levantamento feito pela Trinus verificou que há deficiência em toda a espinha dorsal de execução nos projetos realizados por empreendedores dessas regiões, com destaque para as exigências de governança, controle e acesso a crédito.

Para sanar essas dores, as empresas que compõem a landtech se envolverão em todos os aspectos dos projetos – crédito, aprovação de licenças e registros, obras, obtenção de Habite-se e TVO (Termo de Verificação de Obra), comercialização e governança (contabilidade, relacionamento, cobrança, jurídico, auditoria, etc). 

Além de gerenciar de forma profissional os projetos, a missão da landtech é ir além: todos os processos – do financiamento à auditoria e acompanhamento do projeto – serão geridos de forma simples e rápida pelo próprio aplicativo, que será atualizado constantemente com o andamento das obras e terá toda a documentação que o empreendedor precisa digitalizada. 

Para os investidores é um bom negócio?

O objetivo da Trinus é modernizar o mercado e viabilizar projetos, mas também oferecer boas opções de investimento.  Os recursos dos projetos, atualmente, virão do TG Ativo Real Fundo de Investimento Imobiliário (Código da Bovespa: TGAR 11), gerido pela TG Core, especializada nesse tipo de ativo. Atualmente, este FII trabalha com um retorno médio esperado de 12% ao ano, além do IPCA. Clique aqui e acesse o hotsite para saber mais sobre o TGAR11 

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