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Agro é pop: conheça os investimentos relacionados ao setor mais forte do PIB brasileiro

O agronegócio brasileiro é uma potência mundial. O setor, que em 2020 movimentou mais de R$ 2 trilhões e, no primeiro semestre deste ano teve crescimento de 10%, responde por um quarto de todas as riquezas produzidas no país, conforme dados do Ministério da Agricultura.

Segundo um estudo da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura), o Brasil é responsável por “alimentar” 800 milhões de pessoas no mundo. Entre os anos de 2000 e 2019, afirma o levantamento, as exportações relacionadas ao agro passaram de 20,6 bilhões de dólares para 96,9 bilhões de dólares.


Agro é pop

Esses números superlativos chamam a atenção de investidores, que direta ou indiretamente buscam boa rentabilidade para suas carteiras de investimentos aplicando em ativos relacionados ao agronegócio. Confira!

Agro: opções em renda fixa e variável

Dois dos principais investimentos que se pode fazer no agronegócio é por meio de Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs). Os dois produtos são títulos de dívidas relacionadas ao setor. Porém, enquanto as LCAs são emitidas por instituições financeiras (como bancos) e, portanto, contam com proteção do Fundo Garantidor de Crédito. Já as CRAs, são emitidas diretamente pelas empresas, o que torna o seu risco um pouco mais alto. Porém, como é regra no mercado financeiro, maior exposição a risco significa também melhor rentabilidade para quem investe nos certificados de recebíveis.

O mercado parece estar confortável com esse risco um pouco superior. Segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), entre outubro do ano passado e outubro deste ano, o número de emissões de CRAs subiu 20%, representando captação de R$ 14,6 bilhões, valor já próximo do total alcançado pela modalidade em 2020: R$ 15,1 bilhões.

Para investidores com perfil mais arrojado, a renda variável também traz diversas opções de ativos para quem quer aproveitar o “boom” do agronegócio, como os fundos de investimento imobiliário.

Como investir em imóveis relacionados ao agronegócio?

Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) trazem boas oportunidades para quem quer investir em imóveis, uma tradição brasileira, e em alguns casos também possibilitam aos investidores colher frutos do crescimento contínuo do agronegócio. O Fundo de Investimento Imobiliário TG Ativo Real (TGAR11), gerido pela TG Core, por exemplo, investe em empreendimentos de regiões com forte crescimento, como o MATOPIBA (estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia — clique em cada um para saber mais!).

O principal diferencial da estratégia do TGAR11 é investir em loteamentos residenciais nessas regiões. Com a expansão das atividades de agricultura e pecuária, esses estados também estão recebendo investimentos em infraestrutura. Todo esse crescimento gera empregos, provocando um aumento do adensamento populacional e, como consequência, cria a necessidade de novas unidades imobiliárias residenciais.

Além disso, o fundo de investimento imobiliário da TG Core, uma empresa da holding Trinus Co., também reserva parte do seu patrimônio para investir em ativos de renda fixa, como CRIs (Certificados de Recebíveis do Mercado Imobiliário) e ações de empresas de renome do mercado de imóveis, como a Alphaville Urbanismo.

Quer saber mais sobre o TGAR11? Então confira este texto!

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