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Como se planejar financeiramente e começar a investir em imóveis em 2022?

Final de ano é sempre tempo de começar a se planejar financeiramente, deixar de repetir erros do passado e focar em um futuro melhor. Na área financeira essa afirmação também é verdadeira, afinal, quantas vezes não obstruímos nosso orçamento com compras por impulsos ou gastos desnecessários?

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada em outubro de 2021 pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), sete em cada dez brasileiros estão endividados. Esse resultado representa um aumento de 6,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre as obrigações mais comuns, diz a pesquisa, estão cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestações de carro e de casa própria.

Com 2022 batendo à porta, que tal repensar seu planejamento, colocar a vida financeira nos trilhos, acabar com as dívidas e começar o novo ano já dando o primeiro passo para começar a investir?


Como se planejar financeiramente

Primeiro passo para se planejar financeiramente: tenha controle!

Com a tecnologia, cuidar das finanças pessoais ficou mais fácil. Se, antes, o planejamento era feito “na ponta do lápis”, com caderninho para anotar os gastos, hoje já existem aplicativos para monitorar a conta bancária e cartões para que você saiba para onde está indo o seu dinheiro. Confira alguns:

Organizze

Wallet – Gestor de Orçamento

Fortuno

Mobillis

CoinKeeper

Monefy

Guiabolso     

Porém, mesmo com a tecnologia ainda é necessário ter disciplina. Segundo a Serasa, um dos principais obstáculos para o controle financeiro dos brasileiros é o cartão de crédito. Segundo levantamento do birô de crédito , empresa autorizada pelo BACEN que faz a gestão de uma série de dados relacionados ao histórico de pagamentos das pessoas, em outubro deste ano, a utilização do rotativo aumentou 29,9% em relação a 2019, período pré-pandemia. E os juros cobrados por esse tipo de dívida é alto: em outubro, os juros cobrados por essa modalidade de crédito alcançou 343,55% ao ano.

Mas, como utilizar o cartão de crédito de maneira eficiente?

O cartão de crédito é uma ferramenta poderosa quando utilizada corretamente. Porém, utilizado de maneira imprudente, é capaz de transformar pequenas dívidas em uma grande bola de neve difícil de quitar, como os juros mencionados na situação acima podem comprovar.

Não quer cair nessa? Então confira 4 dicas de como utilizar seu cartão de crédito:

  • Nunca atrase as faturas. Se não tiver como pagar, peça rapidamente o parcelamento total da dívida, mas nunca pague o “Valor Mínimo”, que é o mesmo que entrar no rotativo;
  • Cuidado com o limite!  É comum que as operadoras aumentem o limite do cartão mesmo sem o usuário pedir. Porém, haja com sabedoria: planejadores financeiros recomendam que o valor da fatura nunca ultrapasse 30% da sua renda mensal.
  • Não tenha vários cartões de crédito:  o ideal é ter apenas um, para não correr o risco de se enrolar com diversas faturas. Porém, caso você tenha mais de um cartão de crédito para aproveitar as promoções e facilidades como descontos e cashbacks, lembre-se que a fatura deles somadas não devem ultrapassar o limite indicado no tópico anterior;
  • Aproveite todas as vantagens: Descontos, milhas, cashbacks, programas de anuidade zero… Hoje em dia há tantas opções de cartões que as operadoras estão se tornando cada vez mais competitivas, oferecendo diversos benefícios para os usuários. Pesquise o que você tem a ganhar e se cadastre o quanto antes nos programas.

Acabe com as dívidas

Não é tão fácil se tornar um poupador enquanto há dívidas no seu nome “na praça”. Por isso, antes de pensar em investimentos, procure renegociar os débitos. O final do ano é uma época em que acontecem diversos “mutirões” de renegociação por empresas do setor. Muitas delas, inclusive, oferecem descontos atrativos para quem quer quitar. A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), por exemplo, conta com uma página dedicada para quem quer quitar suas dívidas. Confira aqui!

Vida financeira está no azul? É hora de investir.

Se você já se organizou financeiramente, investir é o próximo passo para começar a construção do seu legado financeiro. Tradicional entre os brasileiros, o investimento em imóveis  está cada vez mais acessível, inclusive para investidores iniciantes e pequenos investidores, por meio dos fundos de investimento imobiliário (FIIs).

Em vez de investir mais de R$ 100 mil em um apartamento para se obter a renda passiva a partir dos aluguéis, com menos de R$ 1 mil já é possível adquirir cotas de FIIs e começar a montar a sua carteira, buscando a independência financeira por meio de dividendos que esse tipo de ativo paga mensalmente. Quer saber mais sobre como montar um portfólio de dividendos? Confira neste texto!

Procura um FII para investir? Então venha conhecer o Fundo de Investimento Imobiliário TG Ativo Real (TGAR11), fundo de investimento imobiliário gerido pela TG Core.


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